Onde foi ela?
Aquela velha
Já banguela
Como Amélia?
Foi à praça
Fazer graça
Da magrela
E amarela
Da velharada
Acompanhada
Fez a graça
Lá na praça
Riu um tanto
Lá num canto
De um tombo e um buraco
De outro velho um bucado
Lá vem ela, lá da praça
Vem sem dentes e sem graça
Pois cuspiu a dentadura
Enquanto ria com candura.
(Uma outra cantiga… aqui há uma única prentensão: a diversão na ingenuidade, pureza e sorriso – coisa de criança. Não é sempre que escrevo algo "feliz", mas as vezes saí, e olha lá que o resultado me agradou.)
